|

Se você quer saber um pouco mais sobre manobras 3D então
click [AQUI]
|
DECOLAGEM
1-
O competidor poderá dar partida no motor tanto no
box como na pista.
2- O mecânico ou o competidor poderá segurar
o modelo para aceleração do motor somente
até um pouco antes da decolagem.
3- Para iniciar a manobra o motor deverá estar reduzido
e não poderá mais ser seguro pelo mecânico
ou competidor.
4- O motor é acelerado gradualmente e o modelo inicia
a manobra correndo a pista em trajetória alinhada.
5- Ao sair do solo o modelo deverá manter uma atitude
de subida constante, em linha reta, até cruzar a
cabeceira da pista (percurso de aproximadamente 150 metros)
para então iniciar uma curva de 90º oposta a posição
dos Juízes, quando será encerrada a manobra.
Os juízes
deverão julgar o seguinte:
A
aceleração não foi gradual, a corrida
na pista não foi alinhada, a subida não foi
constante e suave e a curva de 90º mal definida. O modelo
não pode cruzar a linha dos juízes.
|
|
VÔO
RETO E NIVELADO
O modelo deverá
fazer um vôo reto e nivelado de 100m de comprimento
ou 10 segundos, o que for maior, sobre a margem externa
da pista. A manobra deverá ser bem centralizada.
Os juízes
deverão observar o seguinte:
Se a trajetória
é reta e a altitude constante.
Se o modelo sobrevoa a margem externa da pista.
Se a manobra está bem centralizada.

|
|
LOOP
De um vôo
nivelado a uma altura constante o modelo inicia um loop,
que deve ser um circulo de 360º no plano vertical com raio
constante e tangenciando a altura máxima e mínima
do quadro de vôo.
O motor deverá ser reduzido quando das descidas.
Os juízes
deverão julgar a manobra observando os seguintes
erros:
O círculo
não tem raio constante.
O loop não é feito à frente dos juizes.
O diâmetro vertical do círculo deve ser o mais
próximo da linha de centro, exatamente à frente
do competidor.
Os juízes deverão tirar meio ponto, quando
um erro for pequeno, um ponto quando for um erro maior;
isto em cada erro durante as manobras.
 
|
|
LOOP QUADRADO
Esta é
uma variação do Loop Básico. De um
vôo nivelado a uma altura constante o modelo inicia
um loop, que deve ser um quadrado no plano vertical. As
duas linhas verticais e a linha horizontal no alto e a linha
de saida têm que ser do mesmo comprimento e tangenciando
a altura máxima e mínima do quadro de vôo.
O motor deverá ser reduzido quando das descidas.
Os juízes
deverão julgar a manobra observando os seguintes
erros:
O quadrado não
tem lados constantes.
O loop quadrado não é feito à frente
dos juizes.
Os lados verticais do quadrado devem ser o mais próximo
da linha de centro, exatamente à frente do competidor.
Os juízes deverão tirar meio ponto, quando
um erro for pequeno, um ponto quando for um erro maior;
isto em cada erro durante as manobras.

|
|
ROLL
De um vôo
reto nivelado, o modelo executa um roll centralizando a
manobra exatamente em frente a linha de centro do vôo.
O ideal é que o modelo não perca e nem ganhe
altura mantendo a trajetória sempre paralela à
borda da pista.
Os juízes
deverão julgar a manobra observando o seguinte:
A trajetória
sem sair para os lados deverá ser observada assim
como o paralelismo com a pista penalizando com redução
das notas aos modelos que saírem desta trajetória.
A velocidade do roll deverá ser constante, sem hesitação.
O roll deverá estar centralizado na linha de vôo.
 
|
|
ROLL LENTO
De um vôo reto e nivelado,
o modelo executa um roll completo numa razão de giro
constante e com velocidade de giro reduzida. Ao passar pela
linha de centro do vôo, o modelo deverá estar
na posição invertida.
Ao completar a manobra o modelo reassume o vôo reto
e nivelado na mesma direção.
Os juízes deverão
julgar a manobra observando o seguinte:
A velocidade do roll deverá
ser lenta e constante, sem hesitação, mantendo
a trajetória.
O paralelismo com a pista também deverá ser
mantido e a manobra corretamente centralizada.
O início e o fim do roll deverão ser bem precisos.
 
|
|
TRÊS
ROLLS CONSECUTIVOS
De um vôo
reto e nivelado, o modelo inicia uma seqüência
de três rolls consecutivos. Antes de chegar a linha
de centro do vôo e quando estiver exatamente em frente
a linha de centro o modelo deverá estar invertido
a meio caminho da execução do segundo roll.
A seqüência
não pode ser quebrada ou seja; não pode haver
uma parada entre um roll e outro. A velocidade de giro deve
ser constante. O ideal é que a seqüência
seja feita sem perda ou ganho de altura e sem mudança
da trajetória para os lados, mantendo-se sempre paralela
a borda da pista.
Os juízes
deverão julgar a manobra observando o seguinte:
Principalmente
nesta manobra deverá ser considerado o tipo de modelo
que está voando, pois existem aqueles que não
têm a característica de rolar sem perder ou
ganhar altura, portanto isto deverá ser levado em
conta, mas a trajetória sem sair para os lados deverá
ser observada assim como o paralelismo com a pista, penalizando
com redução das notas aos modelos que saírem
desta trajetória.
A velocidade dos
rolls deverá ser constante, sem hesitação
entre um roll e outro.
O conjunto dos
três rolls deverá estar centralizado na linha
de vôo.

|
|
ROLL VERTICAL ASCENDENTE
De um vôo reto nivelado
o modelo deverá fazer 1/4 de loop e iniciar uma subida
vertical ao atingir a linha de centro de vôo.
No meio da subida deverá executar um roll completo,
e subir mais o mesmo tanto que subiu antes do roll finalizando
com 1/4 de loop externo (invertido) para atingir a posição
de vôo normal no mesmo sentido do início da
manobra.
Os juízes
deverão observar o seguinte:
O modelo deverá
subir exatamente à frente da linha de centro.
Deverá subir exatamente na vertical e o roll deverá
ser exatamente no meio da subida.
A saída da manobra deverá ser exatamente na
horizontal e mantendo a direção do início
da manobra.
 
|
|
OITO CUBANO
De um vôo
nivelado a uma altura constante, o modelo depois de passar
pela linha de centro inicia um 3/4 de um loop e quando estiver
descendo invertido à 45º executa um 1/2 roll exatamente
no centro deste segmento de reta. Logo em seguida começa
novamente 3/4 de um novo loop e novamente quando estiver
descendo invertido à 45º executa novo 1/2 roll retornando
ao vôo nivelado na mesma altitude em que iniciou a
manobra.
Os dois meio rolls deverão ser feitos no mesmo ponto.
Os juízes
deverão julgar a manobra observando os seguintes
erros:
O modelo não
faz os dois 3/4 de loop com raio constante.
Os rolls não são feitos no mesmo lugar, onde
cruza o vôo, no centro exato da manobra.
A trajetória da manobra não segue um mesmo
plano vertical.
Os loops não tem o mesmo diâmetro.
 
|
|
OITO CUBANO REVERSO
De um vôo
reto nivelado, o modelo, um pouco antes da linha de centro,
sobe a 45 º e no meio da subida executa meio roll, sobe
mais um pouco e inicia 3/4 de loop e quando estiver novamente
subindo a 45º faz outro meio roll e novamente outro 3/4
de loop para retornar ao vôo normal nivelado na mesma
altitude em que iniciou a manobra.
Os dois meio rolls deverão ser feitos no mesmo ponto.
Os juízes
deverão observar o seguinte:
Os loops devem
ter raio constante e do mesmo tamanho.
Os 1/2 rolls devem ser feitos no mesmo lugar ou seja; o
segundo 1/2 roll no mesmo ponto em que se fez o primeiro.
O modelo não deverá sair da trajetória,
dentro de um plano vertical.

|
|
OITO HORIZONTAL
De um vôo
reto nivelado o modelo inicia uma curva um pouco antes da
linha de centro do vôo. Esta curva deverá ir
afastando da direção do piloto e juízes,
até atingir quase 90º. Logo em seguida o modelo inicia
outra curva para o lado contrário até completar
os 360º.
Segue com outra curva para o lado contrário continuando
até completar mais 270º e retornando ao vôo
no sentido da entrada da manobra, completando assim uma
figura oito no plano horizontal.
O modelo deverá manter a mesma altitude desde a entrada
até o final da manobra.
Os dois círculos deverão ser do mesmo tamanho.
Os juízes
deverão observar o seguinte:
As curvas deverão
ser constantes e a altura deverá ser a mesma durante
toda a manobra.
A saída da manobra deverá ser no mesmo ponto
de início da mesma.
Os dois círculos deverão ter o mesmo diâmetro.

|
|
CHANDELLE
De um vôo
reto e nivelado, ao cruzar a linha de centro o modelo executa
uma curva ascendente de 180º em direção oposta
aos juízes, reassumindo vôo reto e nivelado
ao completar os 180º.
A razão de subida deverá ser compatível
com a do protótipo.
Os juízes
deverão observar os seguintes erros:
A curva não
é suave e de raio constante.
A direção final não é oposta
em 180º ao início da manobra.
A razão de subida não é constante.
O modelo não atingiu a altura máxima compatível
com a potência do motor.

|
|
SPLIT S
De um vôo
reto e nivelado na parte mais alta do vôo, o modelo
ao atingir a linha de centro do vôo, exatamente em
frente ao piloto, faz um meio roll, reduz o motor e inicia
um meio loop interno (normal) para baixo, até atingir
a parte mais baixa do vôo, quando então deverá
acelerar novamente o motor e seguir em vôo reto e
nivelado.
Os juízes
deverão observar os seguintes erros:
O modelo não
pode mudar a direçào durante o meio roll.
As asas devem ficar niveladas durante a entrada, o meio
loop e na saida da manobra.
A aceleração do motor deverá ser reduzida
durante o meio loop e retomada após completara este
meio loop.
O modelo deverá sair na direção oposta
à direção do inicio da manobra.
 
|
|
STALL TURN
De um vôo
nivelado a uma altura constante, o modelo, ao distanciar-se
da linha de centro do vôo o suficiente para facilitar
a visualização da manobra, inicia com 1/4
de loop uma subida vertical. Quando estiver à altura
máxima, escolhida para o vôo, reduz o motor
e faz um pivô no plano vertical em torno do eixo de
guinada voltando num vôo vertical descendente.
Os juízes
deverão observar os seguintes erros:
O modelo faz a
subida e descida à frente da linha de centro do vôo
prejudicando a visualização da manobra.
A subida e descida não são feitas exatamente
na vertical.
O motor não é pelo menos um pouco reduzido
quando chegar ao topo da manobras.
O modelo não para (stall) no topo da manobra.
O raio do pivô é maior que 1/2 envergadura
(o modelo estará fazendo uma curva).
As asas não se mantém no plano da manobra.
O modelo oscila após o pivô.

|
|
DUPLO IMMELMANN
De um vôo
reto e nivelado, o modelo passa pela linha de centro de
vôo afastando-se um pouco da mesma e pouco depois
executa um meio loop interno (normal) e quando chegar imediatamente
no topo executa meio roll. Voa um pequeno espaço
nivelado e depois de passar pela linha de centro do vôo,
afasta-se o mesmo espaço e executa meio loop externo
(invertido).
Quando atingir a parte mais baixa do loop imediatamente
executa outro meio roll para retornar ao vôo normal
na mesma direção do inicio da manobra.
Os juízes
deverão observar o seguinte:
A centralização
da manobra ou seja os meios loops deverão ser um
de um lado da linha de centro e outro do outro lado desta
linha.
As asas deverão permanecer bem niveladas durante
os meios loops.
O modelo não deverá sair de um plano vertical,
para os lados.
Os meios rolls deverão parar com as asas bem niveladas.
Estes meios rolls deverão ser logo após o
modelo atingir o topo e a parte baixa dos loops. A altura
de saída da manobra deverá ser a mesma da
entrada.

|
|
VÔO
DE FACA
De um vôo
reto e nivelado o modelo executa 1/4 de roll (que pode ser
para a direita ou para a esquerda), antes de chegar a linha
de centro do vôo, e permanece voando nesta atitude
durante alguns segundos até passar pela linha de
centro continuando pelo mesmo espaço que voara antes
da linha de centro.
Em seguida, faz outro 1/4 de roll no sentido contrário
ao anterior para retornar ao vôo reto nivelado.
Os juízes
deverão observar o seguinte:
O 1/4 de roll
deverá ser feito antes da linha de centro e o segundo
1/4 de roll deverá ser após a linha de centro,
centralizando a manobra.
O segundo 1/4 de roll deverá ser no sentido contrário
ao primeiro 1/4 de roll.
O modelo deverá durante a manobra estar com as asas
exatamente na vertical, e se estiver com um pouco de ângulo
o piloto deverá ser penalizado com redução
de pontos.
O modelo deverá seguir numa trajetória bem
reta e paralela a pista, sem tender para nenhum dos lados
e não afundar ou subir.

|
|
CIRCUITO
DESCENDENTE DE 360º
De um vôo
reto e nivelado, o modelo executa um círculo descendente
de 360º tangenciando a linha externa da pista, na direção
oposta aos juízes, com potência reduzida constante.
O modelo reassume o vôo reto e nivelado em uma altitude
mais baixa, na mesma direção do inicio da
manobra.
Os juízes
deverão observar o seguinte:
Se o angulo de
curva é constante.
Se a razão de descida é constante.
Se há perda evidente de altitude e se o modelo sai
na mesma direção da entrada.

|
|
TOQUE
E ARREMETIDA
O modelo começa
executando a entrada na perna base, girando a perna final,
pousa normalmente e rola no solo por uma distância
mínima de três metros em frente a linha central
de vôo. Flaps serão usados se aplicável.
Os juízes
deverão observar os seguintes erros:
O modelo não
começa a manobra com a correta aproximação
para o pouso.
O modelo meramente toca mas não rola pelo solo (as
rodas devem manter continuamente o contato com o solo pela
distância mínima de três metros). A rolagem
no solo não é feita bem centralizada. Na arremetida
o modelo não se afasta subindo suavemente.

|
|
POUSO
1 - A manobra
inicia quando o modelo atinge a reta final de aproximação.
A partir deste momento o modelo deverá executar uma
descida constante e alinhada com o eixo da pista até
tocar o solo.
2 - O modelo deverá tocar a pista dentro de seus
limites.
3 - A aproximação como qualquer outra manobra
deverá ser feita sempre pelo lado oposto a posição
dos juízes.
4 - O piloto deverá anunciar com a frase "Início
de Manobra" assim que estiver entrando na reta final.
Os juízes
deverão julgar:
Se a manobra foi
anunciada no momento certo.
Se o modelo não executa a reta final alinhado com
a pista, não mantém uma razão de descida
constante, não toca suavemente o solo e se o modelo
não corre na pista em trajetória retilínea.
A manobra é julgada até a parada final do
modelo.
OBS.: As manobras
deverão ser executadas uma a cada passagem defronte
aos juízes (uma num sentido do vôo e outra
no sentido contrário).
O vôo deverá
ter uma altura máxima de visão a 60º ou seja
os juízes penalizarão os modelos que estiverem
voando acima desta linha de visão.
O piloto deverá fazer o seu vôo sempre procurando
manter as mesmas alturas (a parte baixa do vôo e a
parte alta do vôo), e centrando bem as manobras.

|
|
|